
A digressão de The Wall foi uma das mais elaboradas de sempre, tendo ainda antes do primeiro concerto, sido gasto cerca de um milhão e meio de dólares. O espectáculo é ainda hoje considerado como um marco na história da música. Curiosamente, o espectáculo em si celebrava os sentimentos de um músico contra este tipo de concertos, onde o isolamento e o distanciamento com a audiência conduziram o autor a uma paranóia de proporções épicas. O concerto em si funcionou como uma espécie de catarse onde Waters isolado atrás do muro que construiu evoca os fantasmas que o atormentava. [...]